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Mercado aumenta previsão para a cotação do dólar neste ano

14/05/2018

Mercado aumenta previsão para a cotação do dólar neste ano


O mercado financeiro reviu suas estimativas para câmbio, inflação e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, segundo o Boletim Focus, do Banco Central, que reúne o cenário previsto pelas principais instituições financeiras do país.

A expectativa para o dólar no fim do ano subiu de R$ 3,37 para R$ 3,40, enquanto a projeção para o crescimento do PIB em 2018 recuou de 2,70% para 2,51%. Já as expectativas para a alta do IPCA recuou de 3,49% para 3,45% para este ano, e de 4,03% para 4%, em 2019. Não houve alterações, no entanto, para as estimativas para a taxa Selic no fim de 2018 e de 2019, 6,25% e 8,00%, respectivamente.

Antecipe-se. Especialistas em finanças pessoais aconselham começar a planejar e pagar a viagem de férias com pelo menos seis meses de antecedência. O ideal, segundo eles, é estar não apenas com hospedagem e passagens já pagas, mas ter guardado, antes de começar a folga, o dinheiro a ser utilizado nos gastos diários, como alimentação e transporte.

Passagens e hospedagem. Simule preços de passagens em diferentes dias da semana, já que há uma variação de valores de acordo com a procura. O mesmo vale na hora de definir a hospedagem

Compre a moeda. Muitas pessoas se confundem ou pensam que o dólar é aceito em qualquer lugar, Alexandre Fialho, diretor da casa de câmbio Cotação, diz que é importante informar-se sobre qual é a moeda oficial do país para o visitante não precisar trocar dinheiro de novo e ficar sujeito a novas taxas, como é o caso do Japão, com o iene.

Custo-benefício. Fialho alerta para as diferentes taxas praticadas entre uma casa e outra e diz que vale a pena pesquisar. "Às vezes uma casa de câmbio tem cotação melhor, mas fica muito longe de onde você está ou não te dá a possibilidade de receber o dinheiro em casa."

Aos poucos. Fialho aconselha quem está com viagem marcada a não comprar a moeda de uma vez só. "Se vai embarcar daqui a um mês é melhor comprar um pouco a cada semana, assim, é possível fazer um preço médio. É difícil saber qual o melhor dia para comprar e, se fizer tudo de uma vez, pode acabar escolhendo o pior."

Nada de cartão de crédito. O especialista alerta que a fatura do cartão de crédito usado no exterior terá como base o valor da cotação do dólar no dia de seu vencimento e não a do dia em que o cartão foi usado. Por isso, é melhor evitar surpresas e sair com o dinheiro no cartão pré-pago ou em espécie.

Dinheiro ou cartão de débito. Na compra do dólar em espécie paga-se alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 1,1%, enquanto no cartão de débito e de crédito a taxa é de 6,38%. Ao comprar dinheiro e carregar o cartão de débito, a pessoa garante a cotação e sabe quanto vai gastar. No crédito, o valor do dólar pago varia com o mercado.

Vantagens e desvantagens. Dinheiro paga menos imposto e é de fácil acesso, mas não há como recuperar no caso de perda. No cartão de débito, a cotação do dólar é garantida na hora da compra e o cartão pode ser cancelado no caso de perda ou roubo, mas o imposto é mais alto. O cartão de crédito é a segurança de mais recursos numa necessidade, mas a cotação pode disparar.

Quem converte não se diverte? A tentação de usar o cartão de crédito para produtos que são muito mais baratos do que no Brasil pode comprometer a saúde financeira pós-férias. Adotar o mantra “quem converte não se diverte” pode resultar em uma fatura de cartão de crédito impagável na volta da viagem.(de O Globo)





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